P.S: Claro que tudo é permitido a António Costa...fosse outro e a comunicação social já o estaria a "queimar" em lume brando...vide o que aconteceu a Luis Filipe Meneses...
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
inimputável!
P.S: Claro que tudo é permitido a António Costa...fosse outro e a comunicação social já o estaria a "queimar" em lume brando...vide o que aconteceu a Luis Filipe Meneses...
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quinta-feira, 24 de abril de 2014
Euro 2020
As cidades do Porto e Lisboa, com o beneplácito da FPF, decidiram não apresentar candidatura à organização do Campeonato Europeu de Futebol em 2020, que decorrerá em 13 cidades europeias. A razão apresentada é o elevado caderno de encargos exigido, sem garantia de retorno. O interessante é que em lado nenhum se divulga qual é o caderno de encargos....Como é que para duas cidades que organizaram um Campeonato Europeu em 2004, o caderno de encargos pode ser muito pesado?! Que Lisboa prescinda da organização ainda se pode perceber, pois Lisboa tem vários eventos internacionais por ano, agora o Porto que é constantemente preterido em detrimento de Lisboa para qualquer evento internacional desistir de organizar uma prova com comprovado retorno financeiro e promocional revela vistas muito curtas da parte do Presidente Rui Moreira! Claro que a "inteligência" local e nacional, com os seus preconceitos anti-futebol acha muito bem, não percebendo que os grandes gastos foram feitos para o Euro 2004 e que agora se tratava de rentabilizar os enormes investimentos que foram então feitos! Lamentável!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Vergonhoso!
Desvio de dinheiro está a tornar-se intolerável, considera gestor do programa regional do Norte.
Ao fim do primeiro ano de aplicação do QREN, Lisboa captou fundos comunitários ao abrigo do regime do chamado "efeito difusor" no valor de 193 milhões de euros, dos quais 148 serão contabilizados como se tivessem sido investidos no Norte, Centro e Alentejo.
Além disso, e já que os fundos só cobrem parte do investimento, o Orçamento de Estado é chamado a cobrir a parte restante. De acordo com o Observatório do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o valor total do investimento propiciado pelo uso do "efeito difusor" ascende a 418 milhões de euros.
Este efeito, também chamado de "spill over", foi negociado entre o primeiro Governo de José Sócrates e a Comissão Europeia e diz que uma parte dos fundos comunitários dados pela União especificamente para desenvolver as três regiões mais pobres do país - Norte, Centro e Sul - pode ser aplicada em Lisboa, sob o argumento de que certos investimentos lá realizados têm efeitos benéficos sobre o resto do país.(...)
No final de 2009, o montante investido em Lisboa com recurso à cláusula de excepção representava 0,2% da verba já aprovada no Programa Operacional Potencial Humano(...) Mas, no segundo Programa Operacional em que se aplica - o de Factores de Competitividade, sobretudo no que toca à modernização da Administração Pública -, o valor ascendia a 8,8% do total aprovado. Esta percentagem é "bastante significativa" e "deveria diminuir", considera Mário Rui Silva, gestor do fundo comunitário específico da região Norte (PO Norte).
O responsável (...) reafirmou, antes, o princípio que, entende, deve ser seguido: "Os fundos são dados para induzir mudança estrutural nas três regiões de convergência, pelo que os recursos devem ser afectados a essas regiões".
Desvio deve-se a centralismo
(...) Daí referir que o "desequilíbrio" actual entre Lisboa e o resto do país só se resolve criando regiões com autonomia.
2010-02-15
ALEXANDRA FIGUEIRA
In JN
Ao fim do primeiro ano de aplicação do QREN, Lisboa captou fundos comunitários ao abrigo do regime do chamado "efeito difusor" no valor de 193 milhões de euros, dos quais 148 serão contabilizados como se tivessem sido investidos no Norte, Centro e Alentejo.
Além disso, e já que os fundos só cobrem parte do investimento, o Orçamento de Estado é chamado a cobrir a parte restante. De acordo com o Observatório do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o valor total do investimento propiciado pelo uso do "efeito difusor" ascende a 418 milhões de euros.
Este efeito, também chamado de "spill over", foi negociado entre o primeiro Governo de José Sócrates e a Comissão Europeia e diz que uma parte dos fundos comunitários dados pela União especificamente para desenvolver as três regiões mais pobres do país - Norte, Centro e Sul - pode ser aplicada em Lisboa, sob o argumento de que certos investimentos lá realizados têm efeitos benéficos sobre o resto do país.(...)
No final de 2009, o montante investido em Lisboa com recurso à cláusula de excepção representava 0,2% da verba já aprovada no Programa Operacional Potencial Humano(...) Mas, no segundo Programa Operacional em que se aplica - o de Factores de Competitividade, sobretudo no que toca à modernização da Administração Pública -, o valor ascendia a 8,8% do total aprovado. Esta percentagem é "bastante significativa" e "deveria diminuir", considera Mário Rui Silva, gestor do fundo comunitário específico da região Norte (PO Norte).
O responsável (...) reafirmou, antes, o princípio que, entende, deve ser seguido: "Os fundos são dados para induzir mudança estrutural nas três regiões de convergência, pelo que os recursos devem ser afectados a essas regiões".
Desvio deve-se a centralismo
(...) Daí referir que o "desequilíbrio" actual entre Lisboa e o resto do país só se resolve criando regiões com autonomia.
2010-02-15
ALEXANDRA FIGUEIRA
In JN
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Novo-riquismo

Esta semana foi lançada, com pompa e circunstância, a construção do novo Museu dos Coches. Pergunta-se: Será que o actual espaço é pouco digno? Será que tem problemas de estrutura que o obrigam a fechar? Será que está localizado num local pouco favorável? Será que é um Museu pouco visitado? Nada disso! Não deverá existir nenhum sítio mais adequado nem mais digno para o Museu dos Coches do que as actuais instalações no antigo Picadeiro Real, como aliás se prova pelo facto de ser o Museu Português com maior número de visitas.
Bem , nesse caso, viverá o país numa situação financeira desafogada, não existindo necessidades de financiamento nos Museus nacionais para obras de conservação ou simplesmente verbas para que possam manter-se abertos? Ora também deste prisma esta obra é absurda, quando se sabe as enormes dificuldades por que passam os Museus já existentes!
Claro que o nosso Primeiro-Ministro "sempre teve a mania de que percebia alguma coisa de arquitectura" (sic)...basta aliás apreciar os projectos assinados por José Pinto de Sousa na Câmara da Covilhã....Já o Presidente da Câmara de Lisboa quer ter obras de arquitectos dos cinco continentes na zona ribeirinha...parece que fica a faltar a Oceânia, mas não há problema pois José Sócrates logo prometeu um projecto para um arquitecto oriundo daqueles lados...
O que tudo isto revela é o mesmo novo-riquismo que leva a construir TGVs quando as linhas convencionais estão decadentes; novos aeroportos quando os existentes ainda são perfeitamente eficazes; construções e mais construções quando os centros históricos das cidades estão decadentes.
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