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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Mais uma voltinha, mais uma viagem!
Terminou, ontem, mais uma jornada do campeonato nacional de futebol. Mais uma jornada, mais do mesmo no que diz respeito à arbitragem! Benfica beneficiado com um golo marcado em fora de jogo e um golo anulado ao Nacional por fora de jogo inexistente; Porto prejudicado no jogo com o Estoril com dois penaltis por assinalar sobre Brahimi e Jackson e Sporting prejudicado com um golo anulado por fora de jogo inexistente no jogo com o Paços de Ferreira! Assim se faz um campeão, mas tudo vai bem para a comunicação social lisboeta...ai se fosse ao contrário!
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Opções
A CP encerra no próximo domingo a única ligação internacional de comboios com partida do Porto. Alega a CP um prejuizo anual de 235 mil euros como razão para o encerramento. Restam duas ligações internacionais de comboio com partida de Portugal, a ligação Lisboa-Madrid e a ligação Lisboa-Hendaye(França). Uma apresenta um prejuizo anual de quase dois Milhões de euros e a outra de sete(!) Milhões de euros....e encerra-se a que dá prejuizos de 235 mil euros....
P.S. será que entre prejuizos avultados e encerrar não existe um meio termo?! Não será possível reduzir a frequência?
P.S. será que entre prejuizos avultados e encerrar não existe um meio termo?! Não será possível reduzir a frequência?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Um bom tema de campanha
As estatisticas do INE continuam a mostrar uma país cheio de disparidades regionais. O rendimento anual disponível para cada habitante do Norte em 2008 era de 9.786 euros, contra 10.177 euros no centro e 14.724 euros em Lisboa, líder no rendimento per capita.
in Público
in Público
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Regionalização? Para quê....?
As conclusões do Instituto Nacional de Estatística referentes ao poder de compra concelhio em Portugal no ano de 2007, divulgadas esta semana pelo jornal "Expresso", são bem reveladoras de que a situação que vivemos em Portugal não pode continuar e ao mesmo tempo, explicam bem a aversão de alguns sectores do país à Regionalização, processo essencial para um maior equilíbrio no desenvolvimento do país.
Se considerarmos 100 a média nacional do poder de compra per capita, Lisboa regista mais 36,9 pontos do que a referida média(136,9%). Segundo o INE, o Alentejo apresenta um valor de 87,3% da média nacional, o Norte de 86,2% e o Centro de 83,8%.
A área metropolitana de Lisboa congrega seis dos 15 concelhos com maior poder de compra do país, e dos mais de 230 municípios que têm um poder de compra inferior à média nacional, apenas 4 se localizam na região de Lisboa. Lendo os dados é fácil perceber a resistência que a Regionalização enfrenta na referida região!
Se considerarmos 100 a média nacional do poder de compra per capita, Lisboa regista mais 36,9 pontos do que a referida média(136,9%). Segundo o INE, o Alentejo apresenta um valor de 87,3% da média nacional, o Norte de 86,2% e o Centro de 83,8%.
A área metropolitana de Lisboa congrega seis dos 15 concelhos com maior poder de compra do país, e dos mais de 230 municípios que têm um poder de compra inferior à média nacional, apenas 4 se localizam na região de Lisboa. Lendo os dados é fácil perceber a resistência que a Regionalização enfrenta na referida região!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Até quando?!
"No espaço de uma década, o Norte perdeu o comboio da União Europeia e ficou mais pobre. Foi a única região a chegar a 2007 pior do que estava dez anos antes, isto ainda antes de a crise económica ter atingido em cheio as regiões mais exportadoras, como esta.
Em 1997, a riqueza produzida por cada habitante da Região Norte correspondia a 63,6% da média da UE. (...)Nessa altura(...) só os Açores eram mais pobres do que o Norte.
Dez anos depois, a região (...)estava comparativamente mais pobre, já que o Produto Interno Bruto tinha caído para 60,3% da média comunitária. Em 2007, por seu turno, os Açores, tinham subido para 67,6% da média.(...)
Os dados do Eurostat, organismo estatístico europeu, dizem respeito ao ano de 2007, antes portanto da crise financeira, primeiro, e económica. (...)É, por isso, de supor que os dados relativos a 2008 e, sobretudo, a 2009 venham a revelar um empobrecimento ainda maior da região Norte.
A região Centro manteve praticamente o mesmo lugar de onde tinha partido, estando em 2007 a produzir o equivalente a 64,4% da média europeia. Lisboa (...) mantinha-se solidamente acima da linha média dos parceiros comunitários, produzindo 104,7%.
Quanto mais para Sul e Oeste se caminha, mais animador fica o cenário. O Alentejo ganhou quase dois pontos percentuais (71,9%) e o Algarve já está a começar a perder o direito a fundos comunitários de apoio ao desenvolvimento, ao atingir uma riqueza de 79,6% da média europeia.
A grande evolução foi conseguida pelas duas regiões autónomas. Os Açores, que em 1998 atingiram um último lugar da pobreza, tinha subido quase dez pontos percentuais e atingia os 67,6% da média; e a Madeira, tendo começado onde estão agora as ilhas açoreanas, disparou para 96,3%, no espaço de uma década."
Alexandra Figueira, in JN
Em 1997, a riqueza produzida por cada habitante da Região Norte correspondia a 63,6% da média da UE. (...)Nessa altura(...) só os Açores eram mais pobres do que o Norte.
Dez anos depois, a região (...)estava comparativamente mais pobre, já que o Produto Interno Bruto tinha caído para 60,3% da média comunitária. Em 2007, por seu turno, os Açores, tinham subido para 67,6% da média.(...)
Os dados do Eurostat, organismo estatístico europeu, dizem respeito ao ano de 2007, antes portanto da crise financeira, primeiro, e económica. (...)É, por isso, de supor que os dados relativos a 2008 e, sobretudo, a 2009 venham a revelar um empobrecimento ainda maior da região Norte.
A região Centro manteve praticamente o mesmo lugar de onde tinha partido, estando em 2007 a produzir o equivalente a 64,4% da média europeia. Lisboa (...) mantinha-se solidamente acima da linha média dos parceiros comunitários, produzindo 104,7%.
Quanto mais para Sul e Oeste se caminha, mais animador fica o cenário. O Alentejo ganhou quase dois pontos percentuais (71,9%) e o Algarve já está a começar a perder o direito a fundos comunitários de apoio ao desenvolvimento, ao atingir uma riqueza de 79,6% da média europeia.
A grande evolução foi conseguida pelas duas regiões autónomas. Os Açores, que em 1998 atingiram um último lugar da pobreza, tinha subido quase dez pontos percentuais e atingia os 67,6% da média; e a Madeira, tendo começado onde estão agora as ilhas açoreanas, disparou para 96,3%, no espaço de uma década."
Alexandra Figueira, in JN
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Vergonhoso!
Desvio de dinheiro está a tornar-se intolerável, considera gestor do programa regional do Norte.
Ao fim do primeiro ano de aplicação do QREN, Lisboa captou fundos comunitários ao abrigo do regime do chamado "efeito difusor" no valor de 193 milhões de euros, dos quais 148 serão contabilizados como se tivessem sido investidos no Norte, Centro e Alentejo.
Além disso, e já que os fundos só cobrem parte do investimento, o Orçamento de Estado é chamado a cobrir a parte restante. De acordo com o Observatório do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o valor total do investimento propiciado pelo uso do "efeito difusor" ascende a 418 milhões de euros.
Este efeito, também chamado de "spill over", foi negociado entre o primeiro Governo de José Sócrates e a Comissão Europeia e diz que uma parte dos fundos comunitários dados pela União especificamente para desenvolver as três regiões mais pobres do país - Norte, Centro e Sul - pode ser aplicada em Lisboa, sob o argumento de que certos investimentos lá realizados têm efeitos benéficos sobre o resto do país.(...)
No final de 2009, o montante investido em Lisboa com recurso à cláusula de excepção representava 0,2% da verba já aprovada no Programa Operacional Potencial Humano(...) Mas, no segundo Programa Operacional em que se aplica - o de Factores de Competitividade, sobretudo no que toca à modernização da Administração Pública -, o valor ascendia a 8,8% do total aprovado. Esta percentagem é "bastante significativa" e "deveria diminuir", considera Mário Rui Silva, gestor do fundo comunitário específico da região Norte (PO Norte).
O responsável (...) reafirmou, antes, o princípio que, entende, deve ser seguido: "Os fundos são dados para induzir mudança estrutural nas três regiões de convergência, pelo que os recursos devem ser afectados a essas regiões".
Desvio deve-se a centralismo
(...) Daí referir que o "desequilíbrio" actual entre Lisboa e o resto do país só se resolve criando regiões com autonomia.
2010-02-15
ALEXANDRA FIGUEIRA
In JN
Ao fim do primeiro ano de aplicação do QREN, Lisboa captou fundos comunitários ao abrigo do regime do chamado "efeito difusor" no valor de 193 milhões de euros, dos quais 148 serão contabilizados como se tivessem sido investidos no Norte, Centro e Alentejo.
Além disso, e já que os fundos só cobrem parte do investimento, o Orçamento de Estado é chamado a cobrir a parte restante. De acordo com o Observatório do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o valor total do investimento propiciado pelo uso do "efeito difusor" ascende a 418 milhões de euros.
Este efeito, também chamado de "spill over", foi negociado entre o primeiro Governo de José Sócrates e a Comissão Europeia e diz que uma parte dos fundos comunitários dados pela União especificamente para desenvolver as três regiões mais pobres do país - Norte, Centro e Sul - pode ser aplicada em Lisboa, sob o argumento de que certos investimentos lá realizados têm efeitos benéficos sobre o resto do país.(...)
No final de 2009, o montante investido em Lisboa com recurso à cláusula de excepção representava 0,2% da verba já aprovada no Programa Operacional Potencial Humano(...) Mas, no segundo Programa Operacional em que se aplica - o de Factores de Competitividade, sobretudo no que toca à modernização da Administração Pública -, o valor ascendia a 8,8% do total aprovado. Esta percentagem é "bastante significativa" e "deveria diminuir", considera Mário Rui Silva, gestor do fundo comunitário específico da região Norte (PO Norte).
O responsável (...) reafirmou, antes, o princípio que, entende, deve ser seguido: "Os fundos são dados para induzir mudança estrutural nas três regiões de convergência, pelo que os recursos devem ser afectados a essas regiões".
Desvio deve-se a centralismo
(...) Daí referir que o "desequilíbrio" actual entre Lisboa e o resto do país só se resolve criando regiões com autonomia.
2010-02-15
ALEXANDRA FIGUEIRA
In JN
sábado, 5 de dezembro de 2009
Lisboa, Lisboa, Lisboa II
Lá vai mais uma cimeira para Lisboa....desta vez é a Cimeira da NATO! Algo me diz que não ficamos por aqui...
sábado, 28 de novembro de 2009
Lisboa, Lisboa, Lisboa!!!!!


Este País é cada vez mais Lisboa e o resto é paisagem!!! Este fim-de-semana realizam-se duas cimeiras na Capital, a Cimeira Ibero-Americana e a Assembleia-Geral dos Comités Olímpicos Europeus....mas não é só este fim-de-semana! As cimeiras, as reuniões, os eventos desportivos e sociais sucedem-se em Lisboa, como se não existisse mais país!!! Se com os eventos organizados pelas entidades privadas nada se pode fazer , os eventos organizados pelo Estado têm obrigação de ser realizados fora da Capital, sempre que possível! Só assim se pode compensar a tendência natural da concentração de grandes eventos na capital! Só assim é possível promover o resto do País, só assim é possível ajudar os privados que também existem fora de Lisboa e, que tal como os da capital, muito agradeceriam ter a actividade económica que sempre geram estes eventos.
Claro que se houvesse o mínimo de preocupação com o desenvolvimento harmonioso de Portugal, os apoios públicos milionários que sempre existem para a promoção destes eventos deveriam ser condicionados a uma distribuição equitativa pelo país de forma a que todos possam deles beneficiar e não apenas alguns que vivem em Lisboa. Mas não! Em Lisboa nem passa pela cabeça de ninguém fazer algo fora da Capital!!!Ir para a província?! Nem pensar! Isso é um incómodo! Dá muito trabalho e pouco beneficio para os amigos!
Pelos vistos, agora vamos ficar sem o Red Bull Air Race no Porto! Também este evento vai para Lisboa! E ao que dizem, a custar ao erário público 3 vezes mais do que a iniciativa no Porto! A ser verdade, é uma VERGONHA! Mas nada pode faltar à CAPITAL, custe o que custar...
sábado, 10 de outubro de 2009
VERGONHOSO!!!!
"Norte gastará 330 milhões a pagar gestores de Lisboa
A mudança do regulamento dos fundos comunitários feita pelo Governo durante a campanha eleitoral permite usar verbas destinadas às regiões mais pobres para financiar os gestores dos programas, em Lisboa.(...)Além de passar a permitir pagar a despesa das equipas de gestão com dinheiro originalmente destinado às regiões pobres, as mudanças feitas pelo Governo ao regulamento especificam que também podem ser financiados com estas verbas os investimentos em Lisboa que, diz o Executivo, podem beneficiar o resto do país. Esta excepção, segundo apurou o JN, estava prevista numa Resolução de Conselho de Ministros mas não nos regulamentos do FEDER e do Fundo de Coesão.(...)Dos 27 países da União Europeia, só Portugal pode usar fundos destinados a desenvolver as mais pobres para investir numa região considerada rica (no nosso caso, Lisboa). O regime de excepção, chamado efeito de difusão, está contemplado no Anexo V e foi negociado entre o Governo português e a Comissão Europeia em 2007, com o objectivo de cobrir "necessidades específicas", afirmou fonte da direcção de política Regional da União. No caso, disse, tratava-se de colmatar o facto de Lisboa ter um rendimento per capita superior a 75% da média europeia e, por isso, já não poder receber fundos de coesão. "
In "Jornal de Noticias"
A mudança do regulamento dos fundos comunitários feita pelo Governo durante a campanha eleitoral permite usar verbas destinadas às regiões mais pobres para financiar os gestores dos programas, em Lisboa.(...)Além de passar a permitir pagar a despesa das equipas de gestão com dinheiro originalmente destinado às regiões pobres, as mudanças feitas pelo Governo ao regulamento especificam que também podem ser financiados com estas verbas os investimentos em Lisboa que, diz o Executivo, podem beneficiar o resto do país. Esta excepção, segundo apurou o JN, estava prevista numa Resolução de Conselho de Ministros mas não nos regulamentos do FEDER e do Fundo de Coesão.(...)Dos 27 países da União Europeia, só Portugal pode usar fundos destinados a desenvolver as mais pobres para investir numa região considerada rica (no nosso caso, Lisboa). O regime de excepção, chamado efeito de difusão, está contemplado no Anexo V e foi negociado entre o Governo português e a Comissão Europeia em 2007, com o objectivo de cobrir "necessidades específicas", afirmou fonte da direcção de política Regional da União. No caso, disse, tratava-se de colmatar o facto de Lisboa ter um rendimento per capita superior a 75% da média europeia e, por isso, já não poder receber fundos de coesão. "
In "Jornal de Noticias"
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